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A Fábrica de Lágrimas de Sereia | The Mermaid Tear Factory

 

Ficha Técnica | Credits and Collaborators:

Criação, texto e interpretação:  Elizabeth Doud

Direção e cenografia:  Giovanni Luquini

Tritão-Surfista Solitário apresentações Bahia:  Afonso Santana

Confecção de Imagem | Cenografia:  Felipe Caieres

Orientação:  Dra. Suzana Martins

Assessoria de Dramaturgia:  Giovanni Luquini, Martin Domecq, Gláucio Machado

Trilha Sonora:  Atuação especial Jiraya (Mar Grande), outras vozes de Carlos Miguel Caballero e Giovanni Luquini, Musicas de Gilberto Gil, Carla Nunes, Blondie, Dorival Caymmi, The Little Mermaid, Céu, CAPICUA, Célia Cruz, The Spam Allstars, Amy Winehouse, Gabriel O Pensador, Merceditas Valdes, Bobby Darin, e The Ventures.  

Foto e Vídeo:  Ines Grimaux com apoio de Felipe Brito, e Afonso Santana

Apoio Figurino:  Estela Vrancovich

Assistente de Direção Miami:  Gabriela Diez

Produção Bahia:  Capim Rosa Chá  | Produção Miami e Cuba:  FUNDarte, Teatro El Público

Realização Bahia | Miami:  Siren Arts

A Fábrica de Lágrimas de Sereia

Em um palco sobre rodas, puxado por uma bicicleta, a sereia é  encarnada pela artista Elizabeth Doud, que idealizou e encena essa pequena obra performática de rua, que conta a história dessa sereia contemporânea que vem à terra para fazer uma denúncia e conquistar os corações humanos--ao mesmo tempo, ela vende uma elixir magico:  suas lagrimas.

Como componente cênico de um projeto de pesquisa de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia, A Fábrica de Lágrimas de Sereia é um laboratório de performance contínuo e uma exploração site specific do mito da sereia e como as deusas do mar estão enfrentando nosso hedonismo e consumo patológico de plásticos de uso único e como essa dispersão se infiltrou em nossos oceanos, nossas mentes e nossos corpos. A performance conta a história de uma sereia vigilante que é meio ativista-vendedora-professora e metade da deusa do mar: uma lutadora ecológica pós-moderna descendente deYemanjá que vive em uma barraca na praia.

Sob a orientação acadêmica da professora Suzana Martins, esta performance visa promover poeticamente o diálogo dinâmico em torno da crise do que muitos chamam de uma das maiores ameaças à nossa biosfera: a poluição e a acidificação de plásticos nos oceanos do planeta. O trabalho é projetado para existir, de forma gratuita, em um espaço público onde as pessoas se reuniram de forma independente para desfrutar do oceano e lazer da praia, mas também podem ser apresentadas em ambientes fechados em inglês, português e espanhol.

A primeira versão do trabalho cênico foi estreada em Miami em agosto de 2015 (versão Spanglish) com o apoio do Departamento de Assuntos Culturais do Miami Dade, Miami Light Project e FUNDarte, e ocorreu em dois locais de praia diferentes a leste das dunas na praia de Miami Beach. Uma versão em espanhol foi apresentada no Festival Internacional de Teatro de Havana no foyer do Teatro Trianón na Calle Linea com o apoio da FUNDarte e do Teatro El Público no outono de 2015. Em janeiro de 2016, uma versão em português foi apresentada como parte de dos eventos sócio-ambientais da Associação de Capoeira de Paraguassu, na Ilha Itaparica, Gamboa, Vera Cruz. Em maio de 2016, uma versão baseada na praia foi apresentada na Praia da Gamboa na Ilha de Itaparica, Vera Cruz, Brasil, e também foi realizada como parte da Semana de Oceanografia da Escola de Geo-Ciências da Universidade Federal da Bahia em junho 2016.

Este projeto tem sido apoiado principalmente pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia, sob assessoria da Professora Suzana Martins, e recentemente recebeu suporte de produção e divulgação para visitar 10 praias no Estado da Bahia, Brasil pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT), em 2016, para as atividades de 2018.

Outros versões modificadas deste trabalho foram apresentados em Wynwood, Miami, no Wynwood Walls, como parte da Associação de Produtores de Subsídios Ambientais, e na Viscaya Estate and Gardens como parte da Série Frágil Habitat da FIU em 2016.

 

The Mermaid Tear Factory

From atop a trashy throne pulled by a bicycle, this mermaid is incarnated by artist Elizabeth Doud, who devised and staged this little street performance, which tells the story of a contemporary mermaid who comes ashore to protest sea garbage and conquer the hearts of humans, while selling them a magic potion:  her tears.

As the practical component of a doctoral research project of the Federal University of Bahia's Post Graduate Program in Performing Arts, The Mermaid Tear Factory is an ongoing performance laboratory and site-specific exploration of the mermaid myth, and how the goddesses of the sea are confronting our hedonistic and pathological single use plastics consumption, and how this dispersion has infiltrated our oceans, our minds and our bodies.  The performance tells the story of a vigilante mermaid who is half activist-saleswoman-professor and half sea-goddess:  a post-modern Yemanjá-descended eco-crime fighter who lives in a tent on the beach.  

Under the academic advisement of Professor Suzana Martins, this performance aims to poetically promote dynamic dialogue around the crisis of what many call one of the biggest threats to our biosphere:  The plastics pollution and acidification of our planet’s oceans.  The work is designed to exist, free of charge, in a public space where people have independently congregated to enjoy the ocean, but can also be presented indoors in English, Portuguese and Spanish.

The first version of the scenic work was premiered in Miami in August 2015 (Spanglish version) with support from the Miami Dade County Department of Cultural Affairs, Miami Light Project and FUNDarte, and took place at two different beach locations east of the dunes on Miami Beach.  A fully Spanish verion was presented at the Havana International Theater Festival in the foyer of the Teatro Trianón on Calle Linea with further support from FUNDarte and Teatro El Público in the Fall of 2015.  In January 2016, a Portuguese version was presented as part of socio-environmental events of the Capoeira Association of Paraguassu, on Itaparica Island, Gamboa, Vera Cruz.  In May 2016,  a beach-based version was presented on Praia da Gamboa on the Island of Itaparica in Brazil, also performed as part of The Federal University of Bahia's Geo-Science School's Oceanography Week.

This project has been supported primarily by the Post Graduate Program of Performing Arts of the Federal University of Bahia, under the advisement of Professor Suzana Martins, and has most recently received production and touring support to travel to 10 beaches in the State of Bahia, Brazil by the Bahia State Secretary of Culture (Secretaria de Cultura do Estado de Bahia / SECULT) in 2016 for a 2018 activities.

Other modified performances of this work have been presented in Wynwood, Miami at the Wynwood Walls as part of the Environmental Grant Makers Association, and at Viscaya Estate and Gardens as part of FIU’s Fragile Habitat Series in 2016.


Este projeto tem recibido generoso apoio de estés patrocinadores e institucões  | This project has received generous support from these funders and institutions